sábado, 30 de outubro de 2010

Seu voto.

Amanhã, 31 de outubro de 2010, os brasileiros escolheram o presidente que comandará o Brasil nos próximos quatro anos. Tenho ouvido muita gente nos últimos dias dizer que votará branco ou nulo alegando: "os dois candidatos são péssimos".

Infelizmente, não temos a opção "branco" e "nulo". Por pior que possa ser os 2 candidatos na disputa, um deles será o presidente a partir de 02 de janeiro de 2011.

Nos últimos 8 anos assistimos a diversos escândalos envolvendo o atual governo, este que durante o período não se comportou como um administrador e sim como um candidato: "que foi traído" ou "que não sabia de nada" incontáveis vezes.

Acusou inúmeras vezes os órgãos de imprensa de serem preconceituosos, "contra um operário", quando esses denunciavam irregularidades no seu governo, mas nunca respondeu a razão dos acusados sempre serem afastados e nunca mais reintegrados formalmente ao governo.

E agora podemos entregar o governo a uma mulher, que é criação do atual governo, do qual o passado desconhecemos e seu curriculum de trabalho inclui apenas "cargos de confiança", já que em cargos eletivos, nem como vereadora ela tem experiência.

Quem aqui nunca ouviu uma destas frases: "Para você crescer na vida..."

"...é obrigatório, para quem busca um bom emprego, saber falar e escrever corretamente usando o idioma pátrio."

"...a leitura de livros, revistas, jornais etc. é de suma importância."

"...é necessário mérito, bagagem, conhecimento e hombridade."

Nós precisamos dessas qualidades, a pessoa que representa nosso país não?

Amanhã você tem a opção de demonstrar se concorda com não com todos os crimes, que não foram poucos, praticados pelo atual governo. Você pode até não votar em ninguém, mas como diz o dito popular: "quem cala consente".

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Trabalho de Constitucional.

Pessoal, segue abaixo o link com o trabalho do professor de Constitucional Fábio Cantizani Gomes:




Obs. Quem não fizer o download pode pegar uma cópia comigo amanhã, 29 de outubro, na sala.

Abraço a todos.

CURSO RELÂMPAGO PRA SER "DEVOGADO"



Faça Direito em 1 minuto

Você lê uma sentença no Diário da Justiça e fica completamente perdido?

Acha a linguagem forense de outro planeta?
Então, “seus probremas acabaro”:

Tradução dos importantes dialetos jurídicos para a língua dos mano!


1 - Princípio da iniciativa das partes - ‘faz a sua que eu faço a minha’..


2 - Princípio da fungibilidade - ’só tem tu, vai tu mesmo’ (parte da doutrina e da jurisprudência entende como sendo ‘quem não tem cão caça com gato’).


3 - Sucumbência - ‘a casa caiu!!!’, ‘o tambor girou pro seu lado’


4 - Legítima defesa - ‘tomou, levou’.


5 - Legítima defesa de terceiro - ‘deu no mano, leva na oreia’.

6 - Legítima defesa putativa - ‘foi mal’.


7 - Oposição - ’sai batido que o barato é meu’.


8 - Nomeação à autoria - ‘vou cagoetar todo mundo’.


9 - Chamamento ao processo - ‘o maluco ali também deve’.


10 - Assistência - ‘então brother, é nóis.’


11 - Direito de apelar em liberdade - ‘fui!’ (parte da doutrina entende como ’só se for agora’).


12 - Princípio do contraditório - ‘agora é eu’.


13 - Revelia, preclusão, perempção, prescrição e decadência - ‘camarão que dorme a onda leva’ .


14 - Honorários advocatícios - ‘cada um com seus pobrema’.


15 - Co-autoria, e litisconsórcio passivo - ‘passarinho que acompanha morcego dá de cara com muro’,


16 - Reconvenção - ‘tá louco, mermão. A culpa é sua’.


17 - Comoriência - ‘um pipoco pra dois’ ou ‘dois coelhos com uma paulada só′.


18 - Preparo - ‘então…, deixa uma merrequinha aí.’

19 - Deserção - ‘deixa quieto’.


20 - Recurso adesivo - ‘vou no vácuo’.


21 - Sigilo profissional - ‘na miúda, só entre a gente’.


22 - Estelionato - ‘malandro é malandro, e mané é mané’..


23 - Falso testemunho - ‘X nove…’.


24 - Reincidência - ‘porra mermão, de novo?’.


25 - Investigação de paternidade - ‘toma que o filho é teu’.

26 - Execução de alimentos - ‘quem não chora não mama’.

27 - Res nullius - ‘achado não é roubado’.


28 - De cujus - ‘presunto’.


29 - Despejo coercitivo - ’sai batido’.


30 - Usucapião - ‘tá dominado, tá tudo dominado’.


Pronto, agora você não precisa fazer 5 anos de faculdade!


Obs. agradecimentos a Mônica, que nem sabia que estava contribuindo com o blog.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Marilena Chauí

Enquanto no primeiro ano a maioria dos alunos considerava que o professor de filosofia "viajava muito" nas aulas e não explicava "nada com nada", sempre achei as explicações extremamente legais, provavelmente, pelo fato de "viajar" junto.

Sempre gostei de saber o máximo possível sobre qualquer assunto e as aulas eram justamente assim, um apanhado de vários conhecimentos uns mais próximos e outros muito distantes do tema da aula. Mas sempre um conteúdo interessante, principalmente para um curioso assumido.

Alguns por não entenderem nada da matéria, outros por não gostar da explicação do professor e alguns devido aos dois motivos ao mesmo tempo buscavam os livros de Marilena Chauí como suporte para o aprendizado. Devido ao fato de não ter dificuldades com a matéria nunca recorri a seus livros.

Hoje descobri que fiz muito bem, jamais concordaria com uma pessoa de pensamento tão retrogrado e fora da realidade como essa mulher. Ouvi algumas de suas ideias no vídeo que postei logo abaixo, onde entre outras besteiras ela compara Dilma a Obama e faz aquele velho discurso repleto de clichês esquerdistas.


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domingo, 24 de outubro de 2010

Dentro da cuca dos superdotados – Diário do Grande ABC

Comentava recentemente que o Roger, vocalista do Ultraje a Rigor, é superdotado. As pessoas pensaram que eu estava sacaneando com elas. O texto do Diário do Grande ABC, confirma o que eu havia comentado. E confirma também que: assunto de mesa de bar também é cultura.

O descolado Roger Moreira, 54 anos, vocalista da banda Ultraje a Rigor, era aluno nota 10 nos primeiros anos do Ensino Fundamental. De tão inteligente, pulou um ano. Mas ninguém sabia que, na realidade, ele era superdotado.

Descobriu tempos depois. Aos 17, fez teste vocacional e de QI (Quociente de Inteligência). O resultado deu 166 (a média vai de 90 a 110). Na época em que cursava Arquitetura, passou por outras avaliações. De novo confirmou-se que tinha habilidades especiais. “Ninguém deu grande importância para isso, nem eu mesmo”, afirma.

Anos depois, movido pela curiosidade, fez teste da Mensa – maior e mais antiga sociedade internacional que reúne quem tem alto QI. Deu 172, fazendo com que se tornasse integrante do grupo. “Isso não é superpoder. Se comete um erro, as pessoas questionam como alguém tão inteligente fez aquilo”, diz o cantor, que aprendeu a ler e escrever sozinho, aos 4 anos.

Roger lembra que uma das principais dificuldades era se encaixar numa turma de amigos. Às vezes, fingia que não era tão inteligente. Por vontade própria, passou a ser nem o melhor ou o pior da classe.Curioso, como toda pessoa com altas habilidades, sempre se interessou em aprender diferentes atividades, como mágica, origami, skate, surf, além de tocar diversos instrumentos. Apesar de tanto talento, Roger garante: “O superdotado é uma pessoa normal com habilidade especial. Também erra. Não significa que saiba tudo.”

sábado, 23 de outubro de 2010

Música para o final de semana.

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Aula de Direito Constitucional - Hélio Bicudo

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Estou me sentindo velho.

Há pouco tempo me incomodava quando alguém me chamava por "Senhor", principalmente se era alguma mocinha simpática, em padarias, mercadinhos, lojinhas etc. só não me importava quando acontecia em grandes empresas, afinal nessas todos são tratados com o máximo de formalidade.

Agora já me acostumei tanto com a situação que me encontro que hoje fiquei surpreso quando uma "caixa de supermercado" me chamou de "moço".

Não que eu não possa ser tratado de "moço" por uma pessoa de mais ou menos 50 anos, o problema é que ando convivendo com tantas pessoas mais jovens, que acabei me conformando com o meu envelhecimento.

Nas eleições de 2010 minha "experiência" ficou ainda mais evidente, afinal parece que a maioria das pessoas com quem convivo não sabem nada sobre:

Tabelamento de preços - as fiscais do Sarney;

No verão era comum faltar cerveja nos bares. Parece brincadeira, não é!?

O dinheiro já teve vários nomes. Era comum estar com uma cédula que continha um carimbo indicando seu valor verdadeiro. Já pensou que estranho?

O preço, de tudo, mudava a todo momento. Remarcar preços no comércio era uma constante;

Você tinha seu próprio telefone fixo, mas caso mudasse de casa, poderia ter que deixá-lo desligado e esperar um com o prefixo que desse certo na nova casa;

Caso tivesse um telefone comercial poderia instalá-lo em sua residência, porém se fosse residencial jamais conseguiria a ligação em um comércio. Sim os telefones eram "diferentes";

Lembro da URV (Unidade Real de Valor) que na época valia o mesmo que US$1,00, porém não passava de uma referência para a implantação do que viria a ser o Real.

Talvez seja por esses fatos terem feito parte da minha infância e adolescência que não consiga entender o fascínio que alguns cultivam na figura do Lula. Pois me lembro bem quais eram suas opiniões na época e sei o quanto ele não é responsável por aquilo que se diz ser.

Projeto quer ampliar a pena máxima no Brasil de 30 para 50 anos

g1.com

A proposta tenta ajustar o Código Penal à nova expectativa de vida dos brasileiros e tem como justificativa o combate à violência.


A lei atual é antiga, de 1940. Quando o Código Penal foi escrito, a expectativa de vida da população era de pouco mais de 42 anos. Hoje, o brasileiro vive, em média, 73 anos. “O aumento na expectativa de vida indica melhoria nas condições de vida e de saúde da população", explica Sônia Maciel, IBGE.

Mas será que com o aumento da expectativa de vida, a pena máxima no Brasil deveria mudar? "Eu acho que isso vai aumentar demais a população carcerária. Eu não concordo. Acho que as penitenciárias são uma grande despesa pra nós", diz um jovem.

“A pessoa, ao cometer um delito, vai saber que vai ficar mais tempo na prisão. Então pode ser que ela pense duas vezes", comenta outro.

Um projeto que está no Senado tenta ajustar o Código Penal à nova realidade. Se aprovado, a pena máxima de prisão passa de 30 para 50 anos. Meio século na cadeia para os crimes mais graves.

O assunto divide opiniões. Assista ao vídeo e veja a entrevista com Mozart Valadares Pires, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros e Valéria Velasco, presidente do Comitê Nacional de Vítimas da Violência.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Aqui o circo é sempre maior.

domingo, 17 de outubro de 2010

Inadequado para menores

Muito interessante os avisos de "Inadequado para menores", de determinada idade, encontrados nos anúncios de cinema, televisão e livros. Os anúncios nos cinemas e nos livros eu já estava acostumado, agora descobri que antes das principais séries americanas mesmo nos canais pagos eles também são exibidos.

Recentemente o livro do repórter/humorista Danilo Gentili, "
Como se Tornar o Pior Aluno da Escola", foi recolhido das lojas e obrigado a ilustrar em sua capa uma etiqueta, "Leitura inadequada para menores de 18 anos.", isso com certeza despertará o interesse pela leitura, já que a maioria da população não tem hábito de ler.

Tudo bem que na minha opinião tais avisos só colaboram para despertar ainda mais o interesse dos que são "proibidos" por eles.


Mas o que realmente me chama a atenção é os órgãos que exigem os avisos alegando que estão protegendo as crianças, não usa as mesmas medidas quando se trata das religiões. Se algum livro merece o selo de inadequado para menores, com certeza a Bíblia e o Alcorão não poderiam estar em circulação sem o mesmo. É só avaliarmos o quanto de barbárie contêm e já aconteceu no mundo graças a eles.

E aquelas revistas "Sentinela" ou "Despertai", que além de não conterem nenhum tipo de aviso na capa, muitas vezes, são vendidas por uma criança trajando um terno e que ainda é constantemente exposta ao conteúdo das mesmas.


Os programas de televisão onde o demônio é desafiado diariamente. Aqueles onde estão a solução de todos os problemas de sua família, basta você querer e é claro dar uma pequena contribuição financeira. Novelas e filmes onde os entes queridos, já falecidos, só faltam usar MSN para manter contato com o vivos.

Nada pode ser mais inadequado para uma criança que a exposição a uma determinada doutrina religiosa, como se essa fosse uma verdade incontestável.

sábado, 16 de outubro de 2010

Uma questão de índole.

Diferente de muita gente, sobre quem estou lendo ultimamente, nunca fui simpático ao PT e menos ainda ao seu principal representante. Por isso não posso dizer, diferente deles, que estou decepcionado e que esperava um governo de transformações.

Sempre vi o PT e seus comparsas como um engodo, aqueles discursos raivosos proferidos, inacreditavelmente até hoje são, pelo Lula, nunca me convenceram. Quem realmente fala o que pensa e acredita em um ideal dificilmente consegue conviver em um ambiente ambíguo sem problemas, como eles sobreviveram muitos anos.

Agora mais velho e bem mais politizado, vejo que não estava errado. Andei observando os argumentos e principalmente como se comportam os defensores do PT, não digo os políticos da televisão e os seus aliados e sim os eleitores que convivo diariamente.

Os concurseiros, defendem o PT a qualquer custo, não interessa quem seja o candidato, afinal só querem é garantir sua vaga em um cargo público, o custo para o país é irrelevante da mesma forma que é se as instituições públicas ou empresas estatais não funcionam.

Os filiados do partido, esses não a como não
ter pena, continuam a se enganar e continuar acreditando naquele projeto que jamais existiu. Ver uma pessoa com quem você até se simpatiza ficar com vergonha de dizer o nome do vice-candidato da chapa é digno de pena.

Os revolucionários, sim, eles ainda existem, adoram usar o termos: burguesia, classe-média, elite, FHC acabou com o país, entre outros. Mesmo não tendo a menor ideia de seus significados, quando assistiram Lula a primeira vez na televisão esse já ocupava o Planalto. Ok, alguns mais velhos ainda se comportam assim, mas vamos avaliar a idade mental.

Os funcionários públicos, os que clamam em favor do Lula, por coincidência, são os que mais deixam a desejar no cumprimento de suas obrigações. Reclamam com veemência dos baixos salários, mas não trabalham por merecer nem o que recebem. Adoram bater no peito e dizer que a oposição não respeita o funcionário público, mas tem a cara de pau de dizer que "foi picado pelo bichinho do Estado", traduzindo, "que se dane o trabalho o meu está garantido no início do mês".

E por último e muito mais raro, temos os que ainda acreditam em um ideal e devido a uma miopia exacerbada não enxerga, que os políticos desse partido não compartilham do mesmo ideal a muito tempo, se é que um dia realmente o fizeram.

Jamais conseguiria viver como a maioria deles, acho que o maior problema está na criação, afinal caráter e valores são arraigados desde o berço.

Música antiga que se mantém atual. Para embalar o find.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O Brasil, as Faculdades de Direito e o Exame da OAB

(Fonte: Site do Conselho Federal da OAB)

O Brasil tem 1240 faculdades de Direito. Nos demais países do mundo existem 1.100 cursos para formação de advogados. Ou seja, o Brasil tem faculdades demais?
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por seu representante - o advogado catarinense Jefferson Kravchychynleva - apresentou esses dados ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo o representante da OAB sem o exame de ordem - prova obrigatória para o ingresso no exercício da advocacia - o número de advogados, que já está próximo dos 800 mil, seria muito maior. "Se não tivéssemos a OAB teríamos um número maior de advogados do que todo o mundo.Temos um estoque de mais de 3 milhões de bacharéis que não estão inscritos na Ordem", afirmou Kravchychyn.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Bar Bodega - O Livro

Em tempos de manifestações do movimento Viva Rio, "Caso Nardoni", "Caso Bruno" entre outros, onde a população é bombardeada de informações e exposta a uma enorme quantidade de detalhes por todos os meios de comunicação, o que acaba fazendo com que já julgue e condene os acusados, o livro do jornalista Carlos Dorneles, Bar Bodega, deveria ser leitura obrigatória (em um país que ninguém lê!?) para toda à população.

O livro narra a história, e principalmente a repercussão, da morte de duas pessoas da alta sociedade em um assalto ocorrido em um bar, o que dá nome ao livro, situado no bairro Moema em São Paulo.

Repleto de fotos e reportagens da época, o livro deixa claro como a junção de policiais e impressa, os primeiros sem escrúpulos e de olhos na fama e a outra em busca de furos de reportagens a qualquer custo, quando encontram casos que despertam o clamor popular, pode destruir a vida de pessoas inocentes.

Demonstra como a atuação do promotor Eduardo Araújo da Silva, que agiu contra tudo e contra quase todos, fez com que o final da história não fosse ainda pior. Deixando assim a lição que não podemos nos deixar levar pelas aparências.

Na parte final o livro ainda traz em anexo o, absurdo, relatório do delegado: pedindo a abertura do inquérito contra os suspeitos; o relatório do promotor mostrando o quanto eram inconsistentes as provas para o processo e ainda um trecho da sentença do juiz que condenou os verdadeiros culpados.

Na sentença o juiz da uma verdadeira lição de moral: na polícia, na imprensa, no Ministério Público e principalmente na sociedade e sua hipocrisia.

Só lembrando que o livro também foi escrito por um repórter.

Frase do dia.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2

Tropa de Elite 2 chegou ao cinemas batendo, com perdão do trocadilho, o filme Eclipse, como a estréia de maior público no ano. Entre sexta-feira e domingo o longa de José Padilha foi assistido por 1,25 milhão de espectadores.

E se você não faz parte desse público que assistiu no final de semana de estréia, não perca a oportunidade de assistir a esse excelente filme. Um longa metragem que nos primeiros minutos deixa claro que poderia ser um documentário.

Com a mesma linguagem direta e repleta de palavrões do primeiro filme, o diretor nos apresenta personagens de fácil identificação com figurões de nosso cotidiano.

A menos de um mês do segundo turno da eleição que elegerá o mandatário máximo do país, o filme levanta a polêmica sobre segurança pública, e isso não é coincidência já que o próprio diretor do filme disse ser essa a intenção.

No filme você encontra: "o esquerdista maconheiro" que é ativista dos Direitos Humanos, o apresentador sensacionalista, o policial corrupto, os políticos brasileiros, a indignação do povo personificada em um policial, entre outras coisas.

Quem acompanha política e os noticiários do país, identificará diversos personagens e fatos que foram notícias a, relativamente, pouco tempo.

Resumindo, é um excelente filme que mostra a triste realidade do país onde vivemos e que você não vai se arrepender de assistir.

Segue o trailer:
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Dia das crianças.

Parabéns a todas as crianças....

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Falta de opção.

O que mais se ouviu, após a realização do 1º turno das eleições para presidente, é que Marina Silva saiu fortalecida em sua derrota. Tal afirmação tem um pouco de verdade, mas está longe de ser como pensa Marina e muito dos eleitores.

Marina teve o voto dos seus eleitores (pelo verde), dos que entraram na "modinha Marina" e, o principal, dos que a escolheram por exclusão. Já que era a mais simpática entre um grupo de candidatos incapaz de despertar a empatia dos eleitores.

Marina estava no PT na época do mensalão, nunca divulgou sua opinião sobre isso. Abandonou o PT pelo fato de não estar sendo respeitada em suas opiniões pró meio-ambiente. Enfim, saiu mais por não ser bem vinda ao governo do que por não discordar dele.


É muita inocência pensar que o simples apoio da Marina no segundo turno fará com que vença o candidato escolhido por ela.

A escolha, desde o primeiro turno, foi mais com base na antipatia do eleitor com determinado candidato e no segundo turno não será diferente.

A escolha será entre uma oposição que nunca soube cumprir o seu papel e uma candidata que já traz em seu DNA a megalomania de seu criador. A "causa verde" será irrelevante na conquista de votos.

Em um pleito entre candidatos benquistos pelo eleitorado a participação de Marina seria tão relevante como foi dos candidatos do PCO, PSTU, PCB etc.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Politicamente correto.

Interessante o tratamento "politicamente correto" que estão dispensando as novas gerações. Isso no mesmo instante em que as crianças exigem serem tratadas como adultas cada vez mais cedo.

Até as singelas cantigas populares receberam versões, ridículas, com a desculpa de coibir a violência existente nas originais. Como se "careta", "atirar o pau no gato", entre outras coisas fosse transformar uma criança em assassino de animais.

Agora o CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) pediu a suspensão do comercial do brinquedo 'Roma Tático Móvel', alegando que induz as crianças à violência.

Os noticiários, graças a falta de um política de segurança pública séria, nos brindam com muito mais violência, essa real, diariamente. O filme publicitário proibido é o seguinte:


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Antigamente criança:
Cantava "atirei o pau no gato" e respeitava os animais;

Brincava de "polícia e ladrão" e sabia que aquio era uma simples brincadeira;

Assistia comerciais dos "Comandos em Ação" com o discernimento que se tratava de um brinquedo legal;

Entre outras coisas que as crianças sempre souberam, pois eram educadas assim, tratar apenas de brincadeiras.

Agora com a desculpe de proteger as crianças, não as educam. E quando elas se depararem com o mundo real, não terão o escudo protetor que não os deixaram ver o quanto o mundo é complicado e como foram mimadas.


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Relax

O importante é nunca abandonar a busca por seus objetivos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Veterano X Calouro.

Uma das atitudes que tenho mais dificuldade em conviver, seja no ambiente que for, é a falta de um padrão a seguir.

Uma espécie de jurisprudência, que já usava mesmo antes de saber o significado de tal palavra.

A ideia do popular: "dois pesos e duas medidas" nunca me agradou, afinal você nunca sabe com qual peso ou medida será avaliada, já que a pessoa que o faz é totalmente imprevisível.

Na universidade já passamos por professores que exigiram "exatamente o que o doutrinador ensinava, já que não éramos ninguém", professores que aceitam explicações com nossas palavras "desde que no espaço específico", enfim, cada um com suas regras claras e simples. Se corretas, não cabe a mim questionar.

Até que este ano fui repreendido pelo modo pouco formal que me dirigi a platéia de um trabalho que apresentava. A advertência foi o único motivo de queixa pelo professor, o que leva a crer que a apresentação só não foi perfeita devido a o uso de uma gíria que me gerou a já citada reprovação.

Depois de ouvir que o curso exige certas formalidades e que o termo "galera" é uma afronta a elas, mesmo estando entre alunos, dentro da própria sala de aula, trajando roupas nada formais e somente com o próprio professor da matéria da aula, achei que seria o padrão a seguir.

E não é que fui surpreendido com o comportamento, do mesmo professor, na apresentação seguinte. Essa que foi em local mais imponente e com a exigência de trajes formais para a sua realização, não foi mantida a seriedade que se exigiu na anterior.

Enquanto na primeira apresentação: a minha parte do trabalho estava ótima e minha apresentação foi perfeita, com exceção da gíria que usei. Na segunda não havia me preparado, minha parte do trabalho deixava muito a desejar e, mesmo normalmente não tendo dificuldades em falar em público, acabei fazendo uma péssima exposição.

Os professores convidados até foram gentis em suas críticas, já que minha parte do trabalho, como já disse, deixava muito a desejar. Agora o professor que achou um absurdo o uso da palavra “galera” na primeira apresentação, não perdeu a oportunidade de fazer piadinhas e críticas debochadas aos erros existentes no trabalho, e acabou se comportando não como um professor que havia exigido seriedade em apresentações e sim como um veterano, que junto a seus amigos, aplica um trote aos novos calouros.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Fênomeno Lula.


Por mais absurdo que pareça, não deixa de ser interessante o fenômeno Lula, pois considerando somente as qualificações necessárias para conseguir uma vaga, é mais difícil preencher os requisitos de uma vaga de Trainee que se tornar presidente do Brasil.


Enquanto para conseguir uma vaga de Trainee é necessário demonstrar inúmeras qualificações, entre elas fluência no idioma inglês, no da língua pátria então nem se fala. A presidência atual se encontra na mão de alguém do qual sua única e exclusiva qualificação é ser um falastrão.

O interessante que quando digo isso aos fanáticos lulistas, já que o próprio não tem eleitores e sim adoradores, eles começam a dizer que isso não passa de inveja e preconceito. Falam para olhar os índices de aprovação e o fato dele ter feito muito mais que o sociólogo que o antecedeu no cargo.

Vamos aos argumentos:

Eu invejo pessoas inteligentes, não os identificando por diplomas, já tive o prazer de encontrar com pessoas de diversos graus de instrução que possuem uma bagagem cultural que os transformam em ótimas fontes de conhecimento. E lembrando que nomes de verdadeiro sucesso como Bill Gates, Mark Zuckerberg, Shawn Fanning entre inúmeros outros abdicaram de diplomas para transformarem seus projetos particulares em verdadeiros sucessos.

Agora se for para olhar simplesmente dinheiro, fama e poder. Temos exemplos como Juan Carlos Ramírez Abadía, Fernandinho Beira-Mar, Marcola entre inúmeros outros que, apesar de possuírem seus méritos, não deveriam ser motivos de orgulho para ninguém.

Falar em preconceito não funciona, o Luiz Inácio presidente deixou de ser o "retirante nordestino" muito antes de se tornar presidente do Brasil, e se hoje continua orgulhoso de sua ignorância a manteve por simples preguiça de se preparar para o cargo que sempre almejou.

Os índices de aprovação, além de altamente superfaturados, pois com o atual crescimento do ateísmo nem Jesus consegue tal percentual, nunca se comprovou nas urnas. Não podemos esquecer que: pesquisas semelhantes quando realizadas em comunidades carentes, os traficantes são retratados como protetores e a polícia como inimiga. Aprovação não é muito confiável ao analisar por esse anglo.

O único argumento em defesa do Lula, que é impossível refutar, é o que ele fez mais que seu antecessor. Enquanto este governou um país como um estadista, o que deveria ser feito por qualquer um, o outro usou a máquina pública para a produção de um mito. Fato que a história no futuro dará os devidos créditos as pessoas certas.

A máquina pública funcionou tão bem na criação desse mito, que os eleitores que votaram acreditando no personagem que se revoltava com os desmandos de tipos como: Sarney, Collor, Renan, Jader etc. ao vê-lo os apoiando, e até os defendendo, não percebem que ele nunca passou de uma farsa.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A falsidade para suportar a soberba.

"Nunca dê a desculpa de estar seguindo ordens para justificar uma linha de ação medíocre."

Essa frase, que ouvi recentemente em uma palestra, fez com que eu abrisse os olhos para a situação patética de alguns funcionários públicos, não sei se em todos os órgãos ou só nos da educação, que faz com que a pessoa seja obrigada a se comportar de forma medíocre.

Para quem nunca trabalhou na iniciativa privada pode até ser fácil a adaptação em cargos públicos, agora para quem já trabalhou de verdade e nunca soube o que é se dirigir ao trabalho para participar de uma interpretação, ela é bem mais complicada.

Enquanto na iniciativa privada a competição é por mérito e esse que leva a possibilidade de melhores salários. Nas instituições públicas, como o mérito não existe, a competição é para ser amigo do superior, aquele que vai perdoar os seus deslizes de comportamento.

As principais características para se dar bem nesse caso são: seja surdo, se comporte como um demente e se torne um exímio puxa-saco, as razões para isso são simples:

Surdo: não ouvir as besteiras que o superior diz a outros sobre você, quando ainda está próximo e ele fala como se você não existisse, evita que você responda o que merecia e ele ainda saia como vítima.

Demente: é naquele momento que o funcionário mais velho tenta te explicar algo complicado, que "você não pode errar de jeito nenhum", do tipo: ordem alfabética, separar clipes de papel ou até digitar no Word. Nunca, mas nunca mesmo, tente fazer de forma diferente do que ele explicou, lembre-se você não é pago para raciocinar e se o fizer terá problemas, eles que sabem a forma correta de fazer, mesmo que seja da forma mais estupida possível, não questione.

Demente/Surdo: se a surdez falhar você não pode esquecer sua demência, afinal é ela que vai garantir que você não coloque a chefia no seu devido lugar, mostrando que os desvios de conduta por ela cometidos são extremamente mais graves do que as besteiras que ela está falando sobre você.

Puxa-saco: é a principal característica que você tem que ter para se destacar na sua função, independente de qual seja, basta observar o que os outros fazem e falam durante o expediente e levar o relatório para a chefia. Isso fará com que você se torne o queridinho e assim tenha carta branca para suas irregularidades.

Para as pessoas que não conseguem seguir essas três regrinhas, é extremamente complicado conviver em um ambiente de falsidade onde todos aceitam os desmandos e a soberba de uma funcionária pública que se julga além do bem e do mal.

A vergonha dos políticos brasileiros.

Vídeo muito bom para o atual momento, a campanha eleitoral, olha como nossos governantes e candidatos a vaga vendem um país diferente do real.

E ainda falam em "igualdade".

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