segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Show de Propaganda.

Não é difícil propagandas bem melhores que os programas exibidos na televisão.
A seguir um ótimo exemplo:


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domingo, 28 de novembro de 2010

Rio de Janeiro - RJ - Brasil


As imagens divulgadas durante essa semana pela imprensa, e que ilustram este texto, não são do Iraque, Afeganistão, Haiti e nem de outro lugar do qual já acostumamos com cenas de guerra e sim da "Cidade Maravilhosa".

Após anos de abandono por partes do poder público e agora, provavelmente visando a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o governo resolveu retomar os locais do Brasil onde o poder paralelo, e não o democraticamente constituído, governava.

Retomar as favelas das mãos de traficantes é apenas o primeiro passo de uma longa jornada, agora vamos aguardar para assistir se o governo terá empenho e interesse de continuar até o final.

Inversão de valores.

Gostaria de entender a razão que leva as pessoas a sempre tentarem culpar a vítima, ou terceiros, pelos resultados de ações promovidas por bandidos, os verdadeiros culpados, que passam de protagonistas a meros coadjuvantes.

Nas notícias do latrocínio, que teve como vítima um amigo meu, divulgadas nos jornais rádios locais no dia seguinte, o autor dos três disparos que foi responsável por ceifar a vida da vítima perdeu em importância para o fato de ele ter reagido e, principalmente, por seu estabelecimento ser credenciado a receber contas da
CPFL.

Aqui em Franca, em outras cidades eu não sei, a
CPFL cortou convênio com lotéricas, bancos e as contas passaram a serem recebidas em estabelecimentos credenciados - bares, lojas, padarias etc. - fato que causou indignação na população.

Após o latrocínio, e os inúmeros comentários de populares, as rádios e jornais começaram a divulgar: "mais um assalto a credenciado
CPFL", que inversão de valores é essa?

O fato de a vítima ter reagido, só quem já sofreu um assalto para saber como será de fato sua
reação, lembrando que havia uma arma apontada para sua esposa e ele assistia tudo pelas câmeras de segurança. Quanto ser credenciado da CPFL, comerciantes pagam uma fortuna em impostos e qualquer novidade que faça com que aumente o fluxo de pessoas nos estabelecimentos são sempre muito bem vindas.

Os impostos pagos por todos nós deveriam ser convertidos, entre outras coisas, em segurança.
Um Estado incompetente, juntamente com uma população hipócrita, conseguem transformar a vítima em culpada pela própria morte. Enquanto o verdadeiro e único responsável está nas ruas planejando o próximo assalto.

É sempre mais fácil colocar a culpar em alguém.

Começam a valer neste domingo (28) as novas soluções mágicas que os governos tanto gostam de implantar, em relação a drogarias e medicamentos.

Agora para comprar antibióticos será necessário apresentação e retenção da receita, que terá validade de 10 dias, por parte das drogarias. A nova medida foi tomada para prevenir a população do surgimento de super bactérias pelo uso indevido desses medicamentos.

Os governantes, na maioria das vezes, responsabilizam as drogarias e farmácias pelas mazelas na saúde pública. Seja pelo alto preço dos medicamentos ou pela automedicação.

Jamais divulgam os impostos absurdos cobrados em medicamentos, que nos de uso veterinário são menores, ou a falência que se encontra na saúde pública.

Até que não é difícil entender tal atitude, afinal é sempre mais fácil e barato culpar alguém a ter que encarar as verdadeiras causas do problema.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não existe mérito na obrigação.

Agora falta pouco, ou melhor, apenas duas provas para acabar mais um ano letivo. É a hora que lembramos que um mísero pontinho faz muita falta e que aquele trabalho que não preocupamos em entregar faz toda diferença.

Eu sempre digo: "Nas provas eu sempre vou bem. Os resultados que me decepcionam". Afinal, na prova você pode escrever qualquer baboseira, que o papel aceita tudo. Já os professores mantêm esse péssimo hábito de exigir respostas e alternativas corretas.

Um professor nos disse no primeiro ano, e eu já havia postado aqui: "
Não se preocupem com notas em provas, a média 6 com um pouco de esforço todos com certeza conseguem..."

No terceiro bimestre, juntamente com um amigo, decidimos avaliar
se realmente é fácil conseguir notas. Fizemos um teste bem simples, ao invés de estudarmos somente na véspera, como de costume, passamos um final de semana tirando nossas próprias dúvidas e constatamos: quem não trabalha, vive para estudar e gosta de se vangloriar por notas altas, o faz sem mérito algum.

Qualquer pessoa que têm disponibilidade e se propõe a estudar, querendo somente notas altas, deve enxergar o resultado como sendo uma obrigação e não como uma conquista.

Novo Código de Processo Penal passa por segundo turno de discussão e vai à comissão especial

Ricardo Koiti Koshimizu / Agência Senado

O Plenário do Senado realizou na noite desta terça-feira (23) o segundo turno das discussões sobre a proposta que reformula o Código de Processo Penal (CPP). Agora, a matéria - e as emendas apresentadas nesta fase - serão enviadas à comissão especial que examina o assunto. O relator do projeto (PLS 156/09), senador Renato Casagrande (PSB-ES), anunciou que essa comissão deve votar as emendas na próxima terça (30) para, em seguida, devolver o texto ao Plenário.

- Espero que a proposta seja finalmente aprovada pelo Senado até o início de dezembro - declarou ele.

Na noite desta terça, Casagrande relembrou a trajetória do projeto, que já tramitou na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ), onde foi aprovado sob a forma de substitutivo de sua própria autoria. Ele afirmou que o novo código "funcionará como um instrumento de combate à criminalidade".

- Nós estamos vendo agora a ousadia da criminalidade no estado do Rio de Janeiro -, ter bons instrumentos para que a punição possa acontecer é importante. O Código de Processo Penal é mais um instrumento. Não é a salvação de tudo, mas é mais um instrumento na política de combate à criminalidade. Não será a solução para tudo, mas será mais um importante instrumento - ressaltou, referindo-se à onda de ataques e incêndios coordenada por criminosos em vários pontos do Rio.

O senador também recordou que o Código de Processo Penal atual teve origem em 1941 e que, apesar das modificações a que foi submetido desde então, a sua reformulação é necessária.

De acordo com a Mesa, foram apresentadas pelos senadores cerca de 200 emendas, que estão sendo sistematizadas e serão analisadas pela comissão especial. Para se tornar lei, além de passar no Senado, a proposta também terá de ser aprovada na Câmara dos Deputados.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Apenas um clique de diferença.

Acredito que devido ao fato de já ter sido vítima de inúmeros furtos e assaltos a mão armada, eu não consiga encarar tais crimes com naturalidade.

Hoje fiquei sabendo de um comerciante que havia acabado de ser morto por reagir a um assalto. A vítima, de 37 anos, era proprietária de uma padaria, onde ocorreria o assalto e acabou acontecendo o latrocínio.

Os conhecidos da vítima me disseram que se tratava de uma ótima pessoa - quando morre todo mundo diz isso - divertida, calma e que ajudava muito as pessoas.

Fiquei algum tempo me lembrando das vezes que tive a arma apontada em minha direção e que um leve movimento no dedo do meliante e eu não estaria ali. Um simples "clique no mouse" difere um assalto de um latrocínio.

Pouco menos de meia hora se passaram e vieram me contar a localização da padaria e o nome do proprietário, que se tornou mais uma vítima, foi o Fernando da padaria localizada no Vera Cruz.

Ele era um colega meu. Não tínhamos muito contato recentemente, afinal nas palavras dele: "casei, tenho filho e fico na padaria direto, minha vida é bem diferente daquela época, comércio como você sabe é muito cativo, mas fazer o quê? Temos que trabalhar."

Foi mais ou menos essas as palavras que me disse quando conversamos pela última vez, eu como sempre prometi uma visita, que também como sempre jamais fiz, a sua padaria. Há época do qual ele se referiu, ele ainda era solteiro e fazíamos parte da mesma turma, das bagunças, de finais de semana.

As pessoas não mentiram sobre suas qualidades, realmente ele era um "meninão". Não precisou da morte para ter qualidades, como a maioria das pessoas.

Em todas as vezes que fui vítima jamais recebi uma visita, ou mesmo ligação, de uma ONG de Direitos Humanos. Meu colega deixou esposa e, se não me engano, duas crianças. Será que sua família receberá auxílio ou mesmo algum telefonema? Acho improvável.

Quando se critica a atuação dos Direitos Humanos, por defenderem bandidos, os mesmos alegam que todos devem ser tratados com dignidade. Eu apenas não entendo a razão das vítimas, e seus familiares, jamais receberem algum tipo de amparo dos grupos que defendem tais direitos, já que alegam ser para todos.

Musicando em Franca.

O pessoal que adora reclamar que em Franca não acontece nenhum evento legal vai se decepcionar na próxima quinta, 25 de novembro, dia que o cantor Diogo Nogueira participará do Musicando em Franca.

O projeto, que é uma iniciativa da Prefeitura Municipal, consiste na apresentação de um artista consagrado juntamente com as crianças do 5º ano matriculadas no ensino municipal.

Artistas como Toquinho e Elba Ramalho já participaram e fizeram a festa da garotada e do público que compareceu. Agora em 2010 será a vez do samba malandro de Diogo Nogueira:

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O cantor já conquistou as crianças que se apresentarão com ele, pois desde que aceitou o convite mantém contato com elas através de ferramentas on-line como o Twitter.

Lembrando que os convites (crianças com até 7 anos não precisam) podem ser trocados por um litro de óleo a partir do dia 22 em pontos estabelecidos pela Secretaria de Educação nas quatro regiões de Franca.

O show do Diogo, tudo indica, é bem animado. Assistir a seu DVD me despertou uma curiosidade, será que ele tem algum irmão que é advogado?

domingo, 21 de novembro de 2010

Aparências.

É impressionante como algumas pessoas nascem para serem pobres, enquanto muitas vivem aceitando e sofrendo todo e qualquer tipo de humilhação para parecerem ricas e elegantes, sem nunca se preocuparem com a própria felicidade.

A cada dia que passa tenho mais certeza que nasci para ser pobre. Não que eu não tenha ilusões de possuir uma moto cara, poder viajar para qualquer lugar, frequentar bares e boates sem me preocupar com o quanto estou gastando, entre outras coisas. Mas quero o dinheiro me proporcionando diversão e não me escravizando.

Viver entre pessoas simples é muita mais fácil e, principalmente, divertido. Podemos visualizar essa realidade até mesmo no poderoso cinema norte americano, quem não se lembra da clássica cena onde o personagem interpretado por Leonardo di Caprio salva a personagem Rose, vivida por Kate Winslet, de uma festa entediante, lotada de pessoas falsas e arrogantes, a levando para uma festa regada a bebida, música, gente alegre e descontraída, porém pobres, isso no clássico "Titanic".

É claro que a diferença que citei não envolve apenas o dinheiro, na verdade ele é o menor detalhe. As pessoas gostam de ostentar para impressionar os outros e acabam se comportando de forma ridícula e dissimulada.

Eu posso até chegar a ter dinheiro um dia, mas realmente nasci para ser pobre, independente do valor do carro ou moto que eu possua sempre vou preferir frequentar as festas onde eu continue ouvindo: "toma um copo para você e já pega uma carninha ai, fica a vontade que aqui todo mundo é de casa".

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Anhembi - Interlagos - São Paulo - 2010

Não mantive a mesma paixão por Fórmula 1 depois da morte do Ayrton Senna em 1994, naquela época sabia todas os carros, equipes, pilotos, capacetes, entre outros detalhes de todos os pilotos da categoria. No último Grande Prêmio Brasil realizado em 07 de novembro eu mal sabia quem era os brasileiros na pista.

Mas GP Brasil é uma festa e, nisso continuo apaixonado como sempre, minha jornada começou esse ano na madrugada de sexta e não de sábado, como nos anos anteriores. Antes do treino de sábado, ainda na sexta queria dar uma passadinha pelo 50º Salão do Automóvel, queria ver de perto as belas mulheres que aparecem ao lado dos carros, afinal diferente da maioria dos brasileiros, carro nunca foi uma das minhas paixões.

E a maratona teve seu início à zero hora de sexta, quando embarquei em um ônibus com destino a capital, e assim se desenrolou:

Sexta-feira: Salão do Automóvel valeu pela apresentação do Roger, no estande da Volskwagem, e também a da Lotus amarela que foi pilotada pelo Ayrton, essa no estande do Bradesco (as duas tiveram vídeos postados aqui no blog e valem a pena serem visualizadas).

Bom, também tinha as modelos, lindas quando posavam para fotos, e expressão de nojo assim que paravam os flashes. Fazer o quê? Não deve ser fácil ser linda e gostosa, porém pagas para sorrir durante 10h interruptas equilibradas em saltos agulha. Tendo uma oportunidade vale a visita no Salão, evite apenas levar crianças ou pessoas que não permitam que você desfrute de todas, que são muitas, as atrações possíveis.

Sábado/Domingo: Interlagos, momento do qual "filha da puta" passa a ser um tratamento, digamos, fraternal.

Reencontrar velhos amigos e outros nem tão velhos assim, fazer novas amizades e, principalmente, muito barulho. Descobrir que um megafone pode fazer muita falta, no mesmo instante que a presença de outro, faz que seu amigo se torne alvo de um copo d'água, detalhe, que era endereçado a você.

Que existem pessoas incapazes de conviver em grupo, afinal não sabem distinguir liberdade de libertinagem. Felizmente essas uma minoria.

Perceber que enquanto para alguns "o melhor é a fila", para nós pode ser o "café na padaria", o "jacaré no rolete", o "acorda FDP" ou qualquer outro momento único que compartilhamos com um bando de "filhas da puta".

E um pouquinho antes de finalizar essa maratona ainda podemos nos dar ao luxo de assistirmos a uma corrida de F1. Sim, um pouquinho antes, afinal faltam 1:30h de trem/metrô e mais umas 4h de ônibus até voltar para Franca às 23:30h do domingo.

Olhando de fora pode até parecer loucura, talvez até seja, mas com certeza é um dos melhores finais de semana do ano, para a maioria dos "malucos" que participam. E 2011? Estaremos lá novamente, usando o GP Brasil como um pretexto para mais um final de semana inesquecível novamente.


Obs. Abraço especial ao pessoal "GGOO" que são responsáveis por tamanha baderna.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Falsos sequestradores sofisticam o golpe

(Fonte: Zero Hora)
Criminosos põem vítimas em contato telefônico e ampliam o desesperoO golpe do falso sequestro ocorrido na quinta-feira passada, em Porto Alegre, trouxe uma novidade. Aproximando dois telefones, os criminosos fizeram com que pai e filho, as duas vítimas do golpe, ouvissem as vozes um do outro. O pai ficou em pânico achando que o filho realmente fora sequestrado.

Quando o auxiliar de serviços gerais de condomínio, Dalton Ribeiro de Menezes, 46 anos, atendeu ao telefone, por volta das 15h da última quinta-feira, foi o seu filho de 12 anos quem disse:

– Pai, eu tô num carro com dois homens. Um tá com uma arma na minha cabeça. Tô sendo sequestrado e eles querem dinheiro.

O celular de Menezes mostrou que o número era restrito. Mas, ao ouvir a voz dele, não teve dúvidas de que era um sequestro consumado:

– Eu tive certeza de que era o meu filho. Não era uma gravação. Ele confirmou à polícia que falou comigo.

Ao contrário do que normalmente ocorre em casos de falso sequestro, não se tratava de um outro criminoso fingindo ser a vítima. Com dois telefones colados um ao outro – segundo investigação da polícia – os bandidos colocaram pai e filho em contato. Coagido pelos falsos sequestradores, o menino obedeceu aos criminosos, que haviam dito que estavam de posse da mãe dele. Se não cooperasse, eles a matariam. Para proteger a mãe, o jovem disse ao pai que ele era o sequestrado e pediu que o resgate fosse pago o mais rápido possível.

De acordo com o delegado Juliano Ferreira, titular da Delegacia de Roubos, foi a primeira vez que a polícia teve conhecimento da artimanha. Menezes ainda recebeu uma outra ligação dos falsos sequestradores. Porém, desta vez, usaram o artifício comum neste tipo de situação. Alguém gritou e eles anunciaram que haviam mutilado um dedo do menino. Eles continuaram fazendo ameaças de tortura se não recebessem o dinheiro.

Clientes e funcionários da agência do Banrisul em que Menezes foi retirar o dinheiro para o resgate, no bairro Menino Deus, perceberam, pela aflição dele, que havia algo errado e chamaram a polícia. O pai contou aos policiais os lugares em que o filho poderia estar. Contudo, não o encontraram. Os criminosos haviam mandado o menino sair e permanecer em um shopping center, sem celular.

O pesadelo terminaria às 18h, quando o menino foi até o trabalho da mãe, no Centro. A partir de agora, Menezes orienta o filho a não mais atender ligações de desconhecidos.

sábado, 13 de novembro de 2010

Roger - Salão do Automóvel

Apesar de não me incluir na regra que diz "brasileiro é apaixonado por carros", visitei o Salão do Automóvel de 2010, que aconteceu em São Paulo.

Entre as inúmeras ações de marketing promovidas pelos expositores, estava apresentações de Roger Moreira (vocalista do Ultraje a Rigor) no "teatro" montado no estande da Volkswagen.

A seguir um dos sucessos que ele apresentou e que era uma das melhores atrações do Salão.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Senna!! Emocionante.

No dia 12 de novembro estréia nos cinemas o filme/documentário sobre o piloto Ayrton Senna, como já divulguei aqui, que será um teste para saber quanto de lágrimas é possível a seus, eternos, fãs derramarem.

Já tive a prova cabal de que a quantidade delas não será pouca. No Salão do Automóvel de 2010, no estante da Audi/Bradesco, acontecia a cada hora uma apresentação do piloto.

O vídeo que postei abaixo não desperta tanta emoção como assistí-la pessoalmente e ainda tem o problema da baixa qualidade técnica de imagem e som, mas mesmo assim vale a pena conferir para se preparar para o lançamento do dia 12.

Divirtam-se:

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O desassossego dos construtores do direito: escrito para os juízes...aplicável a todos os operadores do direito.

"Eu sei que a opção pela Constituição, pela dignidade da pessoa humana e, portanto, pelos direitos humanos, tem um preço alto, custoso mesmo. Incompreensões, com frequência; medos, não raro; angústias, tantas; carreiras destruídas, muitas. Mas, afinal, para que vale ser juiz, se o ser que habita não for de carne,osso e sangue e não se atirar, por inteiro, e com coragem, sempre, na realização de sua missão tutelar dos direitos fundamentais da pessoa humana?"

(Alberto Silva Franco: In: Exortação aos juízes mais novos. Boletim da Associação dos Juízes para a Democracia, ano 4, nº 8, julho, 1996, p.7)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Aulas interessantes. [2]

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Agradecimentos especiais, pela colaboração, ao Charles.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Não existe nada que esteja tão ruim que não possa piorar

Uma das frases que mais tenho o hábito de repetir é : "Não existe nada que esteja tão ruim que não possa piorar", ainda costumo completar que: "você pode estar no fundo do poço com uma pá e começar a cavar".

Quando assisti a cena de Fernando Henrique Cardoso passando a faixa presidencial ao atual presidente Lula pensei que não poderia acontecer nada pior para o país, lógico que se tratando de uma democracia, as eleições de 2010 provaram que pensamento do início do texto é que estava correto.

Os brasileiros simplesmente ignoraram: Mensalão, Aloprados, Erenice, Cartões Corporativos e muitos outros escândalos e assim elegeram alguém com o passado "trancado em um cofre" e que a única coisa que já administrou, uma lojinha de R$ 1,99, foi à falência.

Para demonstrar o quanto estava errado, quando pensei sobre a cena entre Fernando Henrique e Lula, nem foi necessário esperar a transição de faixa entre Lula e a nova Presidente. Já no discurso de posse assistimos a eleita discursar ao lado de nomes como Palocci e Sarney.

Mas agora não adianta reclamar, o correto é esperar e torcer para que Dilma consiga fazer o mesmo que Lula fez, ou seja, nada que atrapalhe o Real, que Fernando Henrique implantou, mesmo contra a vontade do PT.

A melhor definição do momento encontrei na frase que um conhecido meu escreveu na internet:


"Oras, o mundo roda e, por enquanto, não morrerei por ter uma anta como presidente, já está saindo o asno mesmo."


Charge - Eleições