quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Felicidades



A futura advogada....


Juíza...


Promotora...


ou


Delegada...


Meus Parabéns.

Direito!?


Será que algum se tornará bacharel em Direito??

Teremos aqui um futuro Ministro do STF??

É a foto de algum brilhante promotor, no futuro??

Estamos olhando um destacado juiz daqui alguns anos??

Bom, isso só será respondido no futuro.

Porem hoje sabemos que essa galera faz a diferença...


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Festinha!!



segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Patrick Swayze 18/08/1952 - 14 /09/2009

sábado, 19 de setembro de 2009

Até no STF?

Já não chega os políticos "ficha-sujas", será permitido até no STF?



BRASÍLIA -Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) , o advogado-geral da União, José Antonio Toffoli , foi condenado semana passada a devolver, junto com outros réus, cerca de R$ 700 mil aos cofres públicos do Amapá. A sentença foi assinada no último dia 8 pelo juiz da 2ª Vara Cível e de Fazenda Pública de Macapá, Mario Cesar Kaskelis. Ele entendeu que o governo do estado beneficiou irregularmente Toffoli e seu escritório particular de advocacia num contrato assinado em 2000, na gestão do ex-governador João Capiberibe. Toffoli, que não exercia cargo público na época, já recorreu para tentar anular a pena.

Os repasses à empresa de Toffoli somaram R$ 420 mil em valores da época. Na sentença, o juiz escreveu que a quantia que deve ser devolvida já ultrapassa, com juros e correção monetária, a casa dos R$ 700 mil. Além de Toffoli e do escritório, foram condenados a ressarcir o tesouro do Amapá o advogado Luiz Maximiliano Leal Telesca Mota, sócio do escritório, o ex-governador João Capiberibe e o então procurador-geral do Amapá, João Batista Silva Plácido.

Apesar de haver no processo pedido da defesa para apresentação de provas para contestar as acusações, o juiz considerou que não havia necessidade de atender o pedido e antecipou a sentença semana passada.

Segundo juiz, advogado se beneficiou de licitação irregular

Na decisão, o juiz escreveu que Toffoli e o sócio se beneficiaram de uma licitação irregular e receberam indevidamente para representar o governo do Amapá nos tribunais superiores em Brasília, função que deveria ser exercida regularmente pela Procuradoria do Estado. De acordo com o magistrado, o caso configura "uma afronta ao princípio da moralidade administrativa": "Pelo exposto e tudo mais o que consta dos autos, demonstrada nos autos a existência do binômio ilegalidade e lesividade, além da afronta ao princípio da moralidade administrativa, com lesão aos cofres públicos".

O magistrado apontou indícios de irregularidade desde o início da licitação vencida pelo escritório de Toffoli: "Constata-se que todo o procedimento licitatório está eivado de nulidade, uma vez que não houve a participação da regular Comissão Permanente de Licitação, mas apenas e tão-somente de seu presidente, na pessoa do Dr. Jorge Anaice e do então procurador-geral do Estado, Dr. João Batista Silva Plácido, observando que não constam as assinaturas nos documentos licitatórios dos demais membros".


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Relax

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Questão de valores.

Vivemos em uma sociedade que está aprendendo, ainda bem, a não se espantar e se preocupar com a vida alheia e antigos valores, como:
O marido trai a esposa - "Isso é a coisa mais comum do mundo....";
O jovem assume a homossexualidade - "Cada um faz o que quer...";
A filha dorme com o namorado em casa - "Antes dentro de casa, que em outro lugar que seja perigoso...";
Um casal resolve ir morar junto - "Casamento é coisa do passado, eles estão é certo...";
A viúva arruma um namorado - "Ela está certa, quem morreu foi o marido...";
O casal se divorcia - "Passou da hora, casamento é para ser feliz, eles só brigavam..."
E ainda não encontram repúdio na sociedade as pessoas com certos "desvios de conduta", como:
Não paga suas contas;
Educação é algo que desconhece;
Aplica pequenos golpes etc.
Agora se você quiser causar repulsa, diga:
"Não, eu não tenho religião."
Automaticamente você ouvirá a seguinte pergunta:
"Mas em Deus, você acredita, ?"

Ou seja, você pode roubar, não honrar compromissos, tratar seus pais e conhecidos sem nenhuma educação ou respeito. Mas dizer que "não tem religião" é uma ofensa.

Hoje completa 8 anos, que a religião levou homens a cometerem a pior barbárie dos tempos modernos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Justiça seja feita.

No Fórum do Rio, onde tramitam
quase 2 milhões
de processos, são
tomadas 5.000 decisões a cada dia

O Tribunal de Justiça: complexo de três prédios no Centro, com 24 elevadores, 132 varas, 400 gabinetes e 2000 salas

É difícil não se perder. Distribuído por dois quarteirões no Centro, em uma área de 143.000 metros quadrados, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro ocupa três prédios de grandes dimensões. Juntos, formam um labirinto com seis entradas, dez blocos, 24 elevadores, 132 varas, 400 gabinetes e 2.000 salas. Não é suficiente. Do outro lado da rua, o Fórum do Rio aluga mais seis salas da sede social do Jockey Club. Há três semanas, começaram as obras para erguer outros dois edifícios, com previsão de inauguração em um ano. Hoje, por seus corredores – que somam 4 quilômetros de extensão, o tamanho da orla de Copacabana –, circulam 30.000 pessoas (incluindo 6.000 funcionários e 320 magistrados), grande parte em busca de informações sobre algum dos 1.920.219 processos em andamento (até quarta passada).

Esse complexo consome 2,3 milhões de quilowatts de luz por mês – o equivalente a um município de 46.000 habitantes. Gasta 15,3 milhões de litros de água mensais. Só banheiros, são 843, que consomem 840 litros de sabonete líquido e 2.000 rolos de papel higiênico. Por dia. Mensalmente, recolhem-se 700 toneladas de lixo. O fórum tem ainda um espaço ecumênico para cultos, uma academia de ginástica com 900 metros quadrados exclusiva para os magistrados, cinco agências bancárias, quatro lanchonetes e um restaurante com área reservada para juízes e desembargadores. Pelos corredores e cartórios, o comércio funciona a pleno vapor. Banquinhas oferecem livros jurídicos e versões atualizadas dos códigos. Ao todo, 75 ambulantes vendem sanduíches, doces, sucos e refrigerantes. Elange Machado, 49 anos, fatura 2.500 reais mensais. Na bolsa térmica, carrega dezoito potes de tortas e salgados e duas caixas de biscoitos amanteigados. "Tenho juízes e desembargadores como clientes há muitos anos", revela.

Almoço exclusivo: no Golosità, restaurante a quilo que funciona no fórum, uma treliça separa a área reservada para os magistrados

Elange quase perdeu o ganha-pão no início do ano. Durante uma semana, os ambulantes foram proibidos de circular pelo Tribunal de Justiça. Passado o susto, veio um habeas corpus. O presidente do tribunal, desembargador Luiz Zveiter, 54 anos, que assumiu o cargo em fevereiro, estabeleceu precondições para os vendedores: agora todos são cadastrados, usam jaleco e portam crachá. Depois de dar um jeito na informalidade, o choque de ordem no Poder Judiciário tem, data venia, outro alvo principal: dar andamento rápido às montanhas de ações que se acumulam nas varas. Por dia, dão entrada no fórum 1.600 novos processos. De acordo com o Mapa do Judiciário Brasileiro, elaborado em 2008 pelo pesquisador Ivan Ribeiro, o tempo médio entre a distribuição de um recurso e seu julgamento é de 100 dias. Parece uma eternidade, mas o Tribunal do Rio é considerado o mais rápido do país. A cada dia, são proferidas 5.050 decisões. Tenta-se assim evitar que processos se eternizem. O mais antigo deles, o inventário nº 1911.111.002122-1, corre na 11ª Vara de Órfãos e Sucessões. Corre é maneira de dizer. O processo é datado de 1911.

Para acompanhar o trabalho dos juízes e facilitar as cobranças, o presidente do tribunal tem, para cada um deles, uma tabela de produtividade. Se um processo fica parado por mais de trinta dias, o magistrado responsável recebe um e-mail; se a paralisação é de mais de 100 dias, o juiz é convocado para prestar explicações. "Recebo diariamente cerca de trinta processos", conta a juíza em exercício da 40ª Vara Cível, Joana Cardia Cortes, 29 anos, a mais jovem do fórum. "Não posso deixar nada acumular. Por mês, dou cerca de 100 sentenças e 2.000 despachos."

Pressão nos gabinetes, vigilância maior nas instalações. O aumento da violência carioca redobrou os cuidados do Tribunal de Justiça. Não se veem mais presos algemados pelos corredores e elevadores. Escoltados por policiais militares, os detentos chegam ao fórum por uma entrada especial e desembarcam numa espécie de gaiola, que envolve o carro. Dali, são levados para dez celas. "Nem os próprios funcionários têm ideia do volume de presos que circulam por aqui", afirma o coronel Francisco Matias, diretor-geral de segurança institucional do TJ. Em média, são 140 por dia. No caminho para as salas onde serão julgados, usam elevadores exclusivos e corredores reservados. Em seus gabinetes, todos os magistrados contam com o "pedal do pânico": basta um toque para soar o alarme na central de monitoramento. A segurança tem de chegar ao local do chamado em três minutos.

Monitoramento: 384 câmerasvigiam todo o tribunal

A vigilância já começa na entrada dos prédios, onde existem 25 portais e cinquenta aparelhos manuais para detecção de metais. Em fevereiro, o número de câmeras nas áreas externas e internas aumentou de 40 para 384, com capacidade de armazenamento de noventa dias – mais do que as do Palácio do Planalto, pelo visto. Desde então, 34 pessoas foram presas no entorno do TJ. Dentro, houve uma redução de 90% no número de pequenos furtos e brigas. Não há câmeras no banheiro, mas os seguranças flagraram, há duas semanas, o que se transformou na maior fofoca jurídica nos últimos tempos: dois advogados gays foram pegos em flagrante delito numa cabine. Fazendo exatamente aquilo. Foram repreendidos.

Com todo o seu gigantismo, o fórum vai crescer. "As pessoas descobriram, por meio do Código de Defesa do Consumidor, que têm direitos", explica Zveiter. "Com isso, aumentou muito o número de processos, e o Poder Judiciário teve de acompanhar." Os dois novos prédios somarão mais 30.000 metros quadrados ao complexo judiciário. Ao lado do conjunto de edifícios, a antiga construção em estilo eclético, dos anos 20, que abrigava os tribunais do júri – aqueles que julgam os crimes contra a vida –, está sendo reformada para receber o Museu da Justiça e a Escola do Servidor Público. A construção dos prédios e a reforma do antigo tribunal consumirão 110 milhões de reais. O Tribunal de Justiça trabalha com um orçamento anual de 192 milhões de reais. Em caixa, dispõe de mais de 600 milhões de reais, fruto do pagamento de custas judiciais. "Isto aqui é uma cidade, com tudo o que uma cidade tem", compara Zveiter. "E ainda temos a responsabilidade de dirimir conflitos."

Longe do público: dez celas,elevador e corredores para 140 presos que todos os dias lá são julgados

fonte: VEJA RIO

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Linguagem Jurídica!

A autorregulamentação é medida eficiente para restringir a publicidade direcionada às crianças?

Tanto com relação à publicidade como em outros campos, a autorregulamentação não só tem se provado mais eficiente como igualmente mais legítima. Em diversos segmentos, ela foi pioneira no enfrentamento de questões socialmente relevantes.

O recente acordo firmado entre as empresas da indústria de alimentos para restringir a publicidade dirigida às crianças, exemplo bem-sucedido da autorregulamentação, faz ressurgir o debate sobre a eficiência desse mecanismo, em oposição às iniciativas do Executivo e do Legislativo. No que se refere especificamente à publicidade, sua proibição por lei é inconstitucional. Nenhuma passagem da Constituição autoriza o cerceamento da liberdade de criação, nos termos do artigo 220.

E nem há que questionar se esse dispositivo também se aplica à publicidade, pois nele se faz expressa menção à propaganda comercial. Os únicos produtos a que se pode estabelecer alguma restrição -e não proibição- à propaganda são aqueles expressamente mencionados no parágrafo 4º do artigo 220: tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias.

A fúria legislativa, no Brasil, faz com que alguns desatinos surjam de tempos em tempos, sendo aconselhável que a sociedade civil fique alerta para iniciativas que resultem em tutela excessiva do Estado.
Há alguns anos, uma lei do Estado de Santa Catarina pretendia vedar fotografias de natureza erótica em anúncios comerciais. O Supremo Tribunal Federal, com voto do ministro Sepúlveda Pertence, entendeu que é competência privativa da União legislar sobre propaganda comercial -como, aliás, dispõe a Constituição.

Há na Câmara dos Deputados um projeto de lei para proibir a publicidade destinada a promover a venda de produtos infantis. A propaganda de qualquer produto destinado apenas à criança se tornaria proibida. Fica a dúvida: publicidade de fraldas então seria proibida? E a de brinquedos? Não se discute que a livre iniciativa econômica deva ter limites.

A legislação referente às práticas anticoncorrenciais, por exemplo, impõe restrições que constituem barreiras à atividade econômica, mas, por mais paradoxal que possa parecer, são elas que protegem o seu desenvolvimento e o consumidor. O STF, em decisão com voto do ministro Eros Grau, decidiu que a liberdade econômica é a regra e que o Estado só intervirá na economia em situações excepcionais.

Nesse cenário, em que muito se discute e pouco se faz, a autorregulamentação tem papel essencial. Desde 2006, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) adota recomendações tanto em relação à publicidade infantil quanto à de alimentos e bebidas.

Entre outras, sugere aos seus associados que a mensagem publicitária não contenha imperativo de consumo dirigido diretamente à criança ou ao adolescente. Essas recomendações têm sido respeitadas e, quando não são, o Conar suspende a publicidade.

O mesmo Conar antecipou-se e adotou diversas recomendações relativas à propaganda de bebidas alcoólicas, antes mesmo da edição da legislação relativa ao tema. A autorregulamentação tem representado, assim, uma eficiente alternativa para a normatização e para a prevenção e resolução de conflitos. Espontânea que é, se baseia em um consenso sobre os princípios e as práticas do setor econômico que regula.

Quando conta com a participação de representantes da sociedade civil, a autorregulamentação é respeitada pelos agentes que orbitam no seu entorno e é prestigiada pelo Poder Judiciário e pela coletividade. Na Europa, nos EUA e no Canadá, há acordos como esse firmado pela indústria alimentícia no Brasil. Neles, comprometeram-se as indústrias alimentícias a restringir e moderar a comunicação publicitária dos seus produtos, justamente por reconhecerem que o consumidor infantil é mais vulnerável e merecedor de proteção especial. A atitude, agora adotada no Brasil, só pode ser aplaudida.

Na prática, por uma ou outra razão, tanto as recomendações do Conar quanto o acordo assinado pela indústria alimentícia representam as únicas e efetivas regras existentes no país acerca do tema.

Por Taís Gasparian - mestre pela Faculdade de Direito da USP e sócia do escritório Rodrigues Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo Gasparian - Advogados.

Texto publicado na Folha de S.Paulo

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Dica de livro.



Com mais de 250 milhões de exemplares vendidos, traduzidos em 29 idiomas, John Grisham volta, em O recurso, ao universo da justiça que o consagrou – o livro, que, a exemplo de outros seus, alcançou o 1º lugar na cobiçada lista do The New York Times, é o seu primeiro thriller jurídico desde O corretor, de 2005. Num tribunal do Mississipi, o júri volta atrás do veredicto contra uma companhia acusada de despejar resíduos tóxicos no reservatório de água de uma cidadezinha, causando o maior boom de câncer da história – a empresa houvera apelado à Suprema Corte, composta por nove juízes. A questão é: quem eram eles? Como votaram? Algum deles poderia ser substituído após a decisão final? A política sempre foi um jogo sujo. Grisham mostra, agora, que a justiça também é.



O desfecho de O recurso é uma surpresa, perfeito para um livro cheio de viradas. E para os fãs de John Grisham é ótimo ver que o escritor continua dominando os tribunais como poucos.

Quem não conhece John Grisham, são livros dele adaptados para o cinema:

O Cliente;
A Firma;
O júri;
Dossiê Pelicano entre outros.

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Aproveite cada conquista!

Precisamos valorizar todas as conquistas que conseguimos,
por menor que elas possam parecer.



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domingo, 30 de agosto de 2009

O marketing do preconceito!



Um antigo político tinha como frase: "Mulher é um adversário difícil porque bate como homem e apanha como mulher".
Algumas pessoas tem por hábito usar como escudo um preconceito que dizem sofrer, mas que na maioria das vezes é apenas uma forma de inverter valores.
As pessoas antes de se declararem "vítimas de preconceito", seja ele qual for, deveriam avaliar suas atitudes e, principalmente, onde ocorreu o suposto preconceito.
Pois em um país onde:
O maior ídolo do esporte, paixão nacional, é negro.
Um sindicalista que se orgulha de sua ignorância cultural chegou a presidência;
Temos um ministro do Supremo Tribunal Federal que é negro e de origem humilde;
Ídolos da música que vieram de guetos e outros homossexuais declarados etc.
Em uma sala de universidade onde se encontram: ricos, pobres, bolsistas, trabalhadores, "filhinhos de papai", negros, brancos, pessoas com facilidade de aprendizado e outras nem tanto, magros, gordos e tudo mais que se possa encontra em uma sociedade.
Em uma diversidade tão grande de pessoas e pensamentos o preconceito é improvável, mas alguns podem inverter a situação ao se julgarem superiores e depois se defenderem com a máxima de que são "discriminados".
Antes de se dizer "vítima de preconceito" avalie suas ações e comportamentos em relação ao mesmo. Talvez você perceba, que qualquer pessoa na mesma situação sofreria o mesmo tratamento, portanto não é preconceito e sim suas próprias atitudes que o causam problemas.


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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A injustiça feita aos povos indígenas.

Que aula magnífica.
Afinal nem me lembrava mais que:
Os índios foram escravizados;
Assassinados;
Catequizados;
explorados etc.
Afinal na minha idade, e tempo fora da escola, não me lembrava das aulas de 5ª série.
Bons tempos aquele em que eu acreditava em tudo que me diziam.
Agora é minha chance de aprender como o "homem branco" é malvado com os índios e sua cultura.
Onde já se viu eu ficar reparando na cor de suas "Frontiers", no envolvimento com o tráfico de madeira ou mesmo de drogas. E me esquecer como os antepassados desses índios sofreram a 500 anos atrás.
Más estou feliz. Afinal agora tenho alguém que me ensina tudo que eu não sabia antes da 5ª série.

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sábado, 22 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Ao futuro....

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Brasil sil sil

quinta-feira, 30 de julho de 2009

OAB-MS denuncia juíza federal que só quer ser chamada de excelência

(Isso tem a cara de um professor, se fosse juiz )


Extraído de: OAB - Bahia
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Campo Grande (MS), 27/07/2009 - A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Mato Grosso do Sul remeteu ofícios à Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 3ª Região e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para denunciar abusos cometidos pela juíza federal de Ponta Porã. A informação partiu do presidente da OAB-MS, Fábio Trad. A Seccional recebeu denúncia do advogado T.V.F., de Ponta Porã, que disse ter sido constrangido e ofendido pela juíza Lisa Taubemblatt durante audiência no último dia 20, naquela comarca.

De acordo com o profissional, designado para funcionar como advogado dativo em um processo, ao término de um depoimento ele teria dito à magistrada "sem mais perguntas, doutora". Todavia, na presença de um procurador da República, dois advogados, dois agentes da Polícia Federal, um analista judiciário e três presos, a juíza, inexplicavelmente, teria grosseiramente advertido T.V.F., dizendo "eu exijo que vocês advogados me chamem de excelência", "vocês, advogados, não respeitam o Poder Judiciário".

Indagada pelos outros advogados que atuavam na mesma audiência o porquê daquela atitude, a magistrada teria dito, ainda, "os agentes da Polícia Federal e os presos podem me chamar de doutora, mas advogado tem que me chamar de excelência, entendeu bem, doutor?". Ainda de acordo com a reclamação de T.V.F., a juíza Lisa Taubemblatt exige que todos, inclusive os advogados, se levantem quando ela entra no recinto da audiência, atitude não prevista em lei.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Diga com quem andas...

Se o presidente Lula não fosse o "presidente Teflon", os seus eleitores perceberiam quem ele de fato é.
Eleitores do PT tem por hábito tachar: Collor, Sarney e todos os políticos, menos os do PT, como bandidos.
Pena que o presidente não faça o mesmo. Será que é por ser pior que todos eles?

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Código de Hamurabi



Código instituido pelo Rei Hamurabi 1700 anos antes de Cristo.
O Código de Hamurabi é umdocumento de grande valor histórico e alguns de seus artigos merecem destaque especial, principalmente para que os estudiosos do direito possam avaliar a cultura jurídica da época e conhecer a existência de normas rígidas, impostas pelo Rei Hamurabi, desde de 1700 antes de Cristo.

Como introdução o Código possuía o seguinte texto:

"-Quando o alto Anu, Rei de Anunaki e Bel, Senhor da Terra e dos céus, determinador dos destinos do mundo, entregou o governo de toda a humanidade a Marduc; quando foi pronunciado o alto nome da Babilônia; quando ele a fez famosa no mundo e nela estabeleceu um duradouro reino cujos alicerces tinham a firmeza do céu e da terra, por esse tempo Anu e Bel me chamaram, a mim Hamurabi, o excelso príncipe, o adorador dos deuses, para implantar justiça na terra, para destruir os maus e o mal, para prevenir a opressão do fraco pelo forte, para iluminar o mundo e propiciar o bem estar do povo. Hamurabi, governador escolhido por Bel, sou eu; eu o que trouxe a abundância à terra; o que fez obra completa para Nippur e Dirilu; o que deu vida à cidade de Uruk; supriu água com abundância aos seus habitantes; o que tornou bela a nossa cidade de Brasíppa; o que encelerou grãos para a poderosa Urash; o que ajudou o povo em tempo de necessidade; o que estabeleceu a segurança na Babilônia; o governador do povo, o servo cujos feitos são agradáveis a Anuit."


A seguir alguns dos artigos do Código:

Art. 1º - Se alguém acusa um outro, lhe imputa um sortilégio, mas não pode dar prova disso, aquele que acusou deverá ser morto.

Art. 3º - Se alguém em um processo se apresenta como testemunha de acusação e não prova o que disse, se o processo importa perda de vida, ele deverá ser morto.

Art. 4º - Se alguém se apresenta como testemunha por grão e dinheiro, deverá suportar a pena cominada no processo.

Art. 5º - O juiz prolator de uma sentença errada será punido com o pagamento das custas multiplicadas por 12, e ainda será expulso publicamente de sua cadeira

Art. 15 - Se alguém furta pela porta da cidade um escravo ou uma escrava da Corte, ou escravo ou escrava de um liberto, deverá ser morto.

Art. 16 - Se alguém acolhe em sua casa um escravo ou escrava fugidos da Corte ou de um liberto e depois da proclamação pública do mordomo, não apresenta, o dono da casa deverá ser morto.

Art. 127 - Se alguém difama uma mulher consagrada ou a mulher de um homem livre e não pode provar, se deverá arrastar esse homem perante o Juiz e tosquiar-lhe a fronte.

Art. 128 - Se alguém toma uma mulher, mas não conclui contrato com ela, essa mulher não é esposa.

Art. 129 – Se a esposa de alguém é encontrada em contato sexual com um outro, deve-se amarrá-los e lançá-los n'água, salvo se o marido perdoar à sua mulher e o rei a seu escravo.

Art. 130 – Se alguém viola a mulher que ainda não conheceu homem e vive na casa paterna e tem contato com ela e é surpreendido, este homem deverá ser morto e a mulher irá livre.

Art. 131 – Se a mulher de um homem livre é acusada pelo próprio marido, mas não surpreendida em contato com outro, ela deverá jurar em nome de Deus e voltar à sua casa.

195 - Se um filho espanca seu pai, dever-se-lhe-á decepar as mãos.

Sobre delitos e penas:

Art. 198 – Se alguém arranca o olho de um liberto, deverá pagar uma mina.

Art. 199 – Se ele arranca um olho de um escravo alheio, ou quebra um osso ao escravo alheio, deverá pagar a metade do seu preço.

Art. 201 - Se ele partiu os dentes de um liberto, deverá pagar um terço de mina.

Art. 203 - Se um nascido livre espanca um nascido livre de igual condição, deverá pagar uma mina.

Art. 204 - Se um liberto espanca um liberto, deverá pagar dez siclos.

Art. 209 – Se alguém bate numa mulher livre e a faz abortar, deverá pagar dez siclos pelo feto.

Art. 210 – Se essa mulher morre, então se deverá matar o filho dele.


Sobre o exercício da Medicina:

Art. 215 – Se um médico trata alguém de uma grave ferida com a lanceta de bronze e o cura ou se ele abre a alguém uma incisão com a lanceta de bronze e o olho é salvo, deverá receber dez siclos.

Art. 218 – Se um médico trata alguém de uma grave ferida com a lanceta de bronze e o mata, ou lhe abre uma incisão com a lanceta de bronze e o olho fica perdido, dever-se-lhe-á cortar as mãos.

Art. 219 – Se o médico trata o escravo de um liberto de uma ferida grave com a lanceta de bronze e o mata, deverá dar escravo por escravo.

Sobre o exercício da Engenharia:

Art. 229 – Se um arquiteto constrói para alguém e não o faz solidamente e a casa que ele construiu cai e fere de morte o proprietário, esse arquiteto deverá ser morto.

Art. 233 – Se um arquiteto constrói para alguém uma casa e não a leva ao fim, se as paredes são viciosas, o arquiteto deverá à sua custa consolidar as paredes.

Sobre a navegação:

Art. 236 – Se alguém freta o seu barco a um bateleiro e este é negligente, mete a pique ou faz que se perca o barco, o bateleiro deverá ao proprietário barco por barco.

Art. 237 – Se alguém freta um bateleiro e o barco e o provê de trigo, , azeite, tâmaras e qualquer outra coisa que forma a sua carga, se o bateleiro é negligente, mete a pique o barco e faz que se perca o carregamento, deverá indenizar o barco que fez ir a pique e tudo que ele causou perda.

Art. 240 – Se um barco a remos investe contra um barco de vela e o põe a pique, o patrão do barco que foi posto a pique deverá pedir justiça diante de Deus; o patrão do barco a remos, que meteu a fundo o barco a vela, deverá indenizar o seu barco e tudo quanto se perdeu.

O Código de Hamurabi tem o seguinte texto como encerramento:


As justas leis que Hamurabi, o sábio rei, estabeleceu e com as quais deu base estável ao governo: - Eu sou o governador guardião. Em meu seio trago o povo das terras de Sumer e Acad. em minha sabedoria eu os refreio, para que o forte não opirma o fraco e para que seja feita justiça à viúva e ao órfão. Que cada homem oprimido compareça diante de mim, como rei que sou da justiça. Deixai-o ler a inscrição do meu monumento. Deixai-o atentar nas minhas ponderadas palavras. E possa o meu monumento iluminá-lo quanto à causa que traz e possa ele compreender o seu caso. Possa ele folgar o coração exclamado: - "Hamurabi é na verdade como um pai para o seu povo; estabeleceu a prosperidade para sempre e deu um governo puro à terra. Nos dias a virem, por todo tempo futuro, possa o rei que estiver no trono obeservar as palavras da justiça que eu tracei em meu monumento".


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Uma imagem diz tudo??



terça-feira, 14 de julho de 2009

Dica de Livro: Filosofia

"Explicando a Filosofia com Arte"
(de Charles Feitosa.)
O escritor é Doutor em filosofia pela Universidade de Freiburg, Alemanha e está desde 2002 empenhado em divulgar o projeto "filosofia pop", que envolve a associação de conceitos com imagens, em uma linguagem acessível e bem-humorada, sem perder o rigor e a densidade inerentes à filosofia.

Encontrei esse livro na biblioteca da escola onde trabalho (escola pública), então deve ser encontrado também nas bibliotecas da cidade.
Um livro bem fácil e gostoso de ler, que mostra a filosofia com exemplos atuais como: Matrix, Simpsons e outros temas bem atuais.
Para quem acha filosofia "perda de tempo e uma matéria nada com nada", esse livro traz os antigos filósofos com ligações bem atuais.


Link com o livro inteiro "scaneado":
http://books.google.com.br/books?id=-Ym6edZ3yO4C&dq=Explicando+a+Filosofia+com+Arte&printsec=frontcover&source=bn&hl=pt-BR&ei=T01dStGoONPGlAfhs_H0DA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=4

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Poderia ser no curso de direito.

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala - ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'.
'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.'

Moral da História:

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!

Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o têm, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim !!!

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sábado, 4 de julho de 2009

Pessoal, cuidado ao conhecer pessoas no MSN.

Atualmente é comum conhecermos pessoas pela internet.
Mas também já se tornou comum histórias de pessoas que se envolveram com pessoas mal intencionadas.
Então o melhor é tomar o máximo de cuidado sempre.

Segue um vídeo de um exemplo do que podemos encontrar na net.




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Você já deixou um recadinho para o professor??

Dica: se você vai mal na prova, não sabe o que responder, não sabe "encher linguiça" e quer fazer um charme para o professor:

Siga o exemplo de uma aluna do ensino médio, em sua prova de matemática.
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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Personagens da Noite....



Quem passa a madrugada na rua, principalmente quem faz isso com frequência, encontra certos personagens que parecem saídos de algum livro de ficção ou historinhas em quadrinhos.


O Apaixonado:

O homem começa a contar os motivos da briga - não preciso dizer q ele está bêbado.
Depois passa para a fase do "foi melhor assim".
Repete a mesma história inúmeras vezes, cada vez com um detalhe diferente... Já que nem o próprio lembra o que realmente aconteceu.
A única coisa que não muda nas versões contadas é o pedido de conselho no final:
"Você não concorda? É foda não é?"
Quando já estiver ouvido conselhos de todo tipo, passa para a fase seguinte:
"Quer saber!? Que se dane.
Melhor estar solteiro mesmo!?
Agora não tem perdão, vou atacar geral.
Vamos sair, hein!? Festas... vamos quebrar tudo."
Agora a frase da moda é:
"Agora sou igual o Ronaldo, vou meter bola."

As conclusões dessa história podem ser:
Vai embora, mais bêbado, carregado pelos amigos que o "aconselharam";
Não consegui ir embora e dorme na rua mesmo;
Ele encarna o Ronaldo, vai embora com um travesti e se descobre.

Mas o desfecho SEMPRE é:

Ele acorda de ressaca, arrependido e a primeira coisa que faz é ligar para "amada" se desculpando.

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